e se assim não fosse.....
Saturday, February 23, 2008
Sunday, April 15, 2007
Saturday, April 14, 2007
Tuesday, March 06, 2007
Thursday, February 22, 2007
...desta vez foi diferente, eu não estava lá, por muito que me pedisses eu não ia lá estar.
(...)
Tens toda a razão, insististe, e acabei por ceder, como sempre,
quando me olhas, daquela maneira, e de um momento para o outro, sem que eu dê conta, mudas meio mundo, e com isso toda a minha maneira de pensar.
Numca mais me lembrei que não queria ir.
Não fui porque me pedis-te, mas sim, porque era tua vontade que eu fosse.
Azul, azul escuro, quase negro, com uma enorme bolacha branca a mergulhar o mar.
Como uma pintura.
Pedi-te que soltasses o cabelo, porque sempre gostei mais de te ver com o cabelo solto.
E sem que eu desse conta, olhaste-me novamente,
pegas-te na minha cara com as tuas mãos, e deste-me um beijo.
Lembras-te ?
- Não, não me lembro, que disparates a esta hora da noite, volta a durmir.
(...)
Tens toda a razão, insististe, e acabei por ceder, como sempre,
quando me olhas, daquela maneira, e de um momento para o outro, sem que eu dê conta, mudas meio mundo, e com isso toda a minha maneira de pensar.
Numca mais me lembrei que não queria ir.
Não fui porque me pedis-te, mas sim, porque era tua vontade que eu fosse.
Azul, azul escuro, quase negro, com uma enorme bolacha branca a mergulhar o mar.
Como uma pintura.
Pedi-te que soltasses o cabelo, porque sempre gostei mais de te ver com o cabelo solto.
E sem que eu desse conta, olhaste-me novamente,
pegas-te na minha cara com as tuas mãos, e deste-me um beijo.
Lembras-te ?
- Não, não me lembro, que disparates a esta hora da noite, volta a durmir.
Saturday, February 10, 2007
...Fui buscar-te a casa, estava a chover, estava uma noite tempestuosa.
Entras-te e encharcada deste-me um beijo.
Não um beijo de como quem beija,
mas sim, um beijo como quem diz...'''gosto de estar contigo''
Não que eu me importasse, mas numca consegui ficar indiferente ao não me beijares a
face quando nos cumprimentamos.
Comecas-te por dizer, como o teu dia foi dificil, todas aquelas histórias.
Entras-te e encharcada deste-me um beijo.
Não um beijo de como quem beija,
mas sim, um beijo como quem diz...'''gosto de estar contigo''
Não que eu me importasse, mas numca consegui ficar indiferente ao não me beijares a
face quando nos cumprimentamos.
Comecas-te por dizer, como o teu dia foi dificil, todas aquelas histórias.
Eu sentado, calado, atento ouvia cada palavra que saia da tua boca.
Falavas, conversas.
nada...
Com daquela vez que me viste em sonhos, estavamos os dois, numa grande varanda, com vista para o azul.
Entretanto, parei o carro, chegamos.
Como senhora que és, não quises-te o chão lamacento, e num ligeiro passo voador, pousas-te no passeio á minha espera.
Juntos fomos até lá, sentamo-nos, vimos rir, chorar, matar!
Falavas, conversas.
nada...
Com daquela vez que me viste em sonhos, estavamos os dois, numa grande varanda, com vista para o azul.
Entretanto, parei o carro, chegamos.
Como senhora que és, não quises-te o chão lamacento, e num ligeiro passo voador, pousas-te no passeio á minha espera.
Juntos fomos até lá, sentamo-nos, vimos rir, chorar, matar!
No final, agradeceste-me, por te ter levado a ver tão grandioso espetáculo.
Disses-te ''Numca tinha visto, nada assim, adorei''
Eu pensava para mim mesmo, que se tu soubesses o quanto adorei a tua companhia,
Disses-te ''Numca tinha visto, nada assim, adorei''
Eu pensava para mim mesmo, que se tu soubesses o quanto adorei a tua companhia,
já não estariamos ali.
Levaste-me, sem eu saber, e para minha supresa, a noite não acabaria por ali.
''...há coisas que acontecem, só porque nos lembramos que aconteceram...''
Levaste-me, sem eu saber, e para minha supresa, a noite não acabaria por ali.
''...há coisas que acontecem, só porque nos lembramos que aconteceram...''
Tuesday, December 26, 2006
Dia 26 de Dezembro, são
3.43 da manhã, em casa. O Natal acabou à 3 horas e 43 minutos, e eu aqui estou, nem triste nem feliz, sozinho.
Aprendi a saber estar sozinho, e não é bom, nem é mau, é estar sozinho.
Invento coisas para fazer enquanto espero.
Espero sozinho, pois às 5 tenho autocarro.
Estou bem.
Até agora tenho estado, porque aprendi que posso nem estar bem, nem mal, apenas sozinho. Isso não é bom nem é mau. Até porque não estou feliz nem contente, estou como já disse: sozinho.
Já me masturbei, fumei uma ganza, depois um cigarro para continuar a fumar, mesmo nada obtendo para a manutenção da minha fiel móca.
Cá estou.
Não me quero alongar quero só tentar mostrar, que estar sozinho por vezes é um sentimento bom, outras não, e às vezes é neutro. E agora é-o dessa forma.
Ter a companhia de gente que gostamos é bom, de gente que não gostamos é chato, mau, até aborrecido e inconveniente, mas estar sem ninguém, é indiferente.
Quer dizer nem sempre, porque eu até estou com saudades, mas como estou ansioso e contente para chegar a Lagos, os sentimentos neutralizam-se, anulam-se ficando com uma sensação, de quem sabe estar sozinho, que se chama, estar sozinho. É matemático 6-6=0. Pois facultando uma avaliação -6 à saudade, outra 6 à ansiedade (uma boa neste caso), dá esta já famosa sensação de não estar bem nem mal, mas sim sozinho.
Divagar é uma qualidade de quem não sabe estar sozinho, mas eu sei estar sozinho, por isso não divago, esporro-me sozinho.
Sozinho.
3.43 da manhã, em casa. O Natal acabou à 3 horas e 43 minutos, e eu aqui estou, nem triste nem feliz, sozinho.
Aprendi a saber estar sozinho, e não é bom, nem é mau, é estar sozinho.
Invento coisas para fazer enquanto espero.
Espero sozinho, pois às 5 tenho autocarro.
Estou bem.
Até agora tenho estado, porque aprendi que posso nem estar bem, nem mal, apenas sozinho. Isso não é bom nem é mau. Até porque não estou feliz nem contente, estou como já disse: sozinho.
Já me masturbei, fumei uma ganza, depois um cigarro para continuar a fumar, mesmo nada obtendo para a manutenção da minha fiel móca.
Cá estou.
Não me quero alongar quero só tentar mostrar, que estar sozinho por vezes é um sentimento bom, outras não, e às vezes é neutro. E agora é-o dessa forma.
Ter a companhia de gente que gostamos é bom, de gente que não gostamos é chato, mau, até aborrecido e inconveniente, mas estar sem ninguém, é indiferente.
Quer dizer nem sempre, porque eu até estou com saudades, mas como estou ansioso e contente para chegar a Lagos, os sentimentos neutralizam-se, anulam-se ficando com uma sensação, de quem sabe estar sozinho, que se chama, estar sozinho. É matemático 6-6=0. Pois facultando uma avaliação -6 à saudade, outra 6 à ansiedade (uma boa neste caso), dá esta já famosa sensação de não estar bem nem mal, mas sim sozinho.
Divagar é uma qualidade de quem não sabe estar sozinho, mas eu sei estar sozinho, por isso não divago, esporro-me sozinho.
Sozinho.
